Deflorada no Outono
Deflago sementes de temporais
Dualista me Demoro no inverno
Das estações meu tempo Dileto
Dirimindo as culpas que carrego
Defumo altares Diáconos
Dislates de sóbrios credos
Demonológicos Delitos Deméritos
Aos Depositários de minha existência
Na Delinquencia Demente
De Denegar alforria
Depreco clemência
Aqui não tem seguidores nem lugar para comentários porque o que você pensa a meu respeito não me interessa, principalmente quando me elogia inflando meu Ego aí sim que você me ferra. Sou órfã de pai morto e mãe viva (a pior das orfandades). Criada por avó analfabeta e rígida, na rua primeiro e mais tarde pelos livros. Se gosta de ordem comece pela letra "A" que está no final.Se quiser copiar, copia e bota meu nome.